De acordo com uma equipe internacional de astrônomos,descobriram que ha vários planetas que giram em torno de anãs vermelhas (estrelas que possuem a massa menor que a do sol) podem ser habitáveis, mas cada viagem durando 30 anos.
O estudo, realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) e divulgado nesta quarta-feira, contou com dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, o 'caçador de planetas' instalado em um telescópio de 3,6 metros do observatório La Silla, no Chile.
Segundo a pesquisa, é possível deduzir que nas vizinhanças do Sistema Solar, a distâncias inferiores a 30 anos luz, pode haver uma centena de 'Super-Terras' (planetas com massa de uma a dez vezes superior à da Terra).
Esta foi a primeira vez que foi medida de forma direta a frequência de Super-Terras em torno de anãs-vermelhas, que representam 80% das estrelas de nossa galáxia.
'Cerca de 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm uma Super-Terra orbitando em sua zona de habitabilidade, uma região que permite a existência de água líquida sobre a superfície do planeta', explicou o líder da equipe internacional, Xavier Bonfils.Segundo o astrônomo do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble (França), como as anãs vermelhas são muito comuns - há 160 bilhões delas na Via Láctea -, pode-se concluir que 'há dezenas de bilhões de planetas deste tipo só em nossa galáxia'.
Para mais informações acesse exame.com
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